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Centro Cultural da Juventude promove Oficina de Hip Hop

by media4music
Centro Cultural da Juventude promove uma Oficina de Hip Hop_

O Centro Cultural da Juventude (CCJ) é um equipamento da secretaria municipal de cultura, é o maior centro público que se dedica aos interesses dos jovens da cidade de São Paulo. Inaugurado em 27 de março de 2006. Fruto da mobilização da comunidade no orçamento participativo, que inspira outros centros da juventude espalhados pelo Brasil.

O CCJ, além de disponibilizar diversos eventos para a comunidade inteira, tem diversos jovens trabalhando no local com o programa “jovens monitores”.

O espaço passou a ser denominado como Centro Cultural Municipal da Juventude “Ruth Cardoso” (CCJ), por meio do decreto 50.121/2008. E é administrado de forma direta pelo Departamento da Secretaria Municipal de Cultura.

O ensino e a transmissão do saber também são promovidos no espaço. O Centro Cultural da Juventude conta ainda com núcleos de comunicação comunitária, de produção audiovisual e cursos de formação profissional.

Dentre as várias atividades promovidas no espaço, destacam-se apresentações, oficinas teatrais, shows, aulas, espetáculos de circo e dança. O CCJ ainda conta com cinema, debates, encontros, saraus, horta comunitária, oficina de bicicletas, cozinha experimental de alimentação saudável.

O CCJ já disponibilizou diversas oficinas e shows para toda a sociedade ao longo dos anos, essa oficina de Hip Hop é só mais uma delas!

O evento se iniciou no dia 05/10, mas ainda terá até o dia 28/10, então ainda há tempo para se jogar no Freestyle! O Oficineiro se chama Dudu, o horário será das 10h às 12h, na Arena, o endereço é Av. Dep. Emílio Carlos, 3641- Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo.

Na oficina você aprenderá algumas técnicas e passos de Hip Hop, é um evento para quem sonha em dançar, ou até mesmo fazer um som!

O hip hop é uma forma de reforçar e fortalecer a arte, o talento e a voz dos excluídos atrás de um o reconhecimento merecido e a potencialidade através de depoimentos de pessoas que não são muito ouvidas. Através das músicas, das danças e dos desenhos eles contam uma história, relatam e protestam sobre a vida nas vilas, morros e favelas.

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